Por ignorância minha, eu tenho vindo a publicar os meus textos na íntegra quando, em realidade, eu deveria fazer um início do mesmo e, depois, dar ao leitor a possibilidade de ir a "ler mais" e, aí sim,
ler o final do mesmo sem eu ter que ocupar, arbitrariamente, um grande espaço na página central.
Peço desculpa.
Maria Letra
21/03/2009
A Contabilidade e a Vida
Aqui, jaz
Alguém que já nada faz,
Nem, provavelmente,
O fez alguma vez.
Na caixa que o encerra,
Deixa que a terra
O reduza à sua origem,
À sua expressão mais virgem.
Para ele,
O Deve e o Haver
Já não têm Razão de ser.
Para muitos,
A Contabilidade
É uma necessidade,
Uma afirmação
Da sua situação
Na vida.
O seu valor humano,
É directamente proporcional
Ao valor
Do seu Capital.
É um conceito desumano.
Mas é assim.
Contudo,
Esse valor não é tudo.
É nada!
É a tua essência mascarada.
É um cálculo, errado,
Que te fará passar
À categoria de condenado
Se nada tiveres.
A vida tem um valor
De dimensão maior
E mais profunda,
Nesta sociedade
Moribunda.
Eu tento ignorar
Estes valores mesquinhos,
Em que abunda,
Preversidade,
Corrupção
E traição.
Vida ...
É um coração que bate,
Que vibra,
Que agita,
Que sente
Um amor ausente,
Que jamais estará presente.
Eu sei onde está o valor
De cada um de nós,
Mesmo sem Contabilidade:
Está no amor,
Pelos que sofrem.
Essa é que é a verdade!
Maria Letra
Alguém que já nada faz,
Nem, provavelmente,
O fez alguma vez.
Na caixa que o encerra,
Deixa que a terra
O reduza à sua origem,
À sua expressão mais virgem.
Para ele,
O Deve e o Haver
Já não têm Razão de ser.
Para muitos,
A Contabilidade
É uma necessidade,
Uma afirmação
Da sua situação
Na vida.
O seu valor humano,
É directamente proporcional
Ao valor
Do seu Capital.
É um conceito desumano.
Mas é assim.
Contudo,
Esse valor não é tudo.
É nada!
É a tua essência mascarada.
É um cálculo, errado,
Que te fará passar
À categoria de condenado
Se nada tiveres.
A vida tem um valor
De dimensão maior
E mais profunda,
Nesta sociedade
Moribunda.
Eu tento ignorar
Estes valores mesquinhos,
Em que abunda,
Preversidade,
Corrupção
E traição.
Vida ...
É um coração que bate,
Que vibra,
Que agita,
Que sente
Um amor ausente,
Que jamais estará presente.
Eu sei onde está o valor
De cada um de nós,
Mesmo sem Contabilidade:
Está no amor,
Pelos que sofrem.
Essa é que é a verdade!
Maria Letra
Motivo de satisfação
A nossa recente colaboradora Maria Letra manifestou algum desconforto por outros colaboradores publicarem pouco, temendo poder ser acusada de usurpar o espaço. Porém, tal receio é injustificado porque o espaço é praticamente ilimitado, porque já houve tempos em que os únicos posts eram assinados pela mesma pessoa, como pode ver se fizer uma visita ao ano 2007 e grande parte de 2008 e porque nas últimas 24 horas, apesar de ser sexta-feira em que as visitas caem muito, houve 133 visitantes, tendo no dia anterior sido de 157, número realmente elevado.
Para repouso espiritual da amiga Maria Letra, não será abusivo concluir que estes números se devem à excelente qualidade dos seus posts.
Considere que o blog é seu e coloque aqui todos os seus textos, que são lidos com agrado e trazem boas mensagens com saber e lições de vida, estimulando a nossa reflexão, coisa que tem andado arredada da mente de muitos portugueses. O espaço dá para todos os outros colaboradores e cada um pode publicar quando quiser e puder.
E vamos para a frente, porque é para aí que o caminho nos conduz.
Para repouso espiritual da amiga Maria Letra, não será abusivo concluir que estes números se devem à excelente qualidade dos seus posts.
Considere que o blog é seu e coloque aqui todos os seus textos, que são lidos com agrado e trazem boas mensagens com saber e lições de vida, estimulando a nossa reflexão, coisa que tem andado arredada da mente de muitos portugueses. O espaço dá para todos os outros colaboradores e cada um pode publicar quando quiser e puder.
E vamos para a frente, porque é para aí que o caminho nos conduz.
20/03/2009
A Máscara
As sociedades, em geral, estão a pecar sobretudo por falta de autenticidade em vários sectores, nomeadamente no sector político e no sector social. Infelizmente que esta doentia tendência para usar a máscara duma verdade inexistente, mostrando o que nunca foi real, tornou-se tão comum que já não sabemos quem é o quê.
Detesto - acreditem que este é o termo justo - dizer: "No meu tempo ..." porque a história repete-se, na verdade. Quem estudou saberá bem que é assim. O que não posso negar é que, quando era jovem e sabíamos de alguém que tinha praticado uma acção desonesta, dizíamos: "Olha que desonesto!!!" Hoje, quando alguém revela honestidade de atitudes, dizemos: "Olha que honesto!!!". No tempo em que a maioria era honesta, era frequente vermos a chave na parte exterior duma porta quando a dona da casa ia ali ao virar da esquina, à sua mercearia. Hoje nem sequer se pode saír do Banco tranquilo, com dinheiro na carteira ... não vá alguém ter notado que o fomos levantar (se o tivermos lá para levantar, claro! ....).
Muitos políticos já não precisam mais de se mostrarem "sem palavra". São mentiras atrás de mentiras e o que é curioso é que, a maioria dos portugueses, quando assiste ao confronto de dois políticos de partidos diferentes, claro está com diferentes pontos de vista, fica sem perceber patavina de quem é que terá razão porque os argumentos de cada um, convencem facilmente os menos informados - e são muitos. É aqui que se coloca o julgamento sôbre o político. Os que têm maior capacidade de argumentação e de capacidade para mascarar a verdade, são considerados por muitos os "bons políticos". E eu que me tinha recusado a falar de política ... Mas eu vou saltar já para o plano social:
Quanto à máscara usada no sector social ....... Deus de cada um! Que desgraça! Vê-se tanta falsidade ... E uma grande maioria dos nossos jovens cresce e afirma a sua personalidade no seio de famílias mascaradas por completo. FELIZMENTE que ainda temos famílias maravilhosas, senão estávamos mesmo "'sgraçadinhos", porque não faltam por aí casais falsos como judas na sua relação marido/mulher, com vidas duplas e rios de dinheiro gastos no exterior dos seus corpos quando o interior está absolutamente estrangulado por causa do "querer parecer" ... que já não parece nada a quase ninguém.
Um gesto estudado,
Um rosto cansado,
Sem brilho, sem côr.
Um falso sorriso,
No momento preciso,
Em tempo de amor.
Um "wisky" com soda,
Corta a inibição.
Quem sabe? Talvez ...
Aquilo em que crês,
Seja uma ilusão.
Seguras a vida
Como que aturdida,
Aos poucos, morrendo,
Calada a falar,
Falando calada,
Sem amor, a amar,
A olhar, não vendo.
Onde queres chegar?
Maria Letra
Detesto - acreditem que este é o termo justo - dizer: "No meu tempo ..." porque a história repete-se, na verdade. Quem estudou saberá bem que é assim. O que não posso negar é que, quando era jovem e sabíamos de alguém que tinha praticado uma acção desonesta, dizíamos: "Olha que desonesto!!!" Hoje, quando alguém revela honestidade de atitudes, dizemos: "Olha que honesto!!!". No tempo em que a maioria era honesta, era frequente vermos a chave na parte exterior duma porta quando a dona da casa ia ali ao virar da esquina, à sua mercearia. Hoje nem sequer se pode saír do Banco tranquilo, com dinheiro na carteira ... não vá alguém ter notado que o fomos levantar (se o tivermos lá para levantar, claro! ....).
Muitos políticos já não precisam mais de se mostrarem "sem palavra". São mentiras atrás de mentiras e o que é curioso é que, a maioria dos portugueses, quando assiste ao confronto de dois políticos de partidos diferentes, claro está com diferentes pontos de vista, fica sem perceber patavina de quem é que terá razão porque os argumentos de cada um, convencem facilmente os menos informados - e são muitos. É aqui que se coloca o julgamento sôbre o político. Os que têm maior capacidade de argumentação e de capacidade para mascarar a verdade, são considerados por muitos os "bons políticos". E eu que me tinha recusado a falar de política ... Mas eu vou saltar já para o plano social:
Quanto à máscara usada no sector social ....... Deus de cada um! Que desgraça! Vê-se tanta falsidade ... E uma grande maioria dos nossos jovens cresce e afirma a sua personalidade no seio de famílias mascaradas por completo. FELIZMENTE que ainda temos famílias maravilhosas, senão estávamos mesmo "'sgraçadinhos", porque não faltam por aí casais falsos como judas na sua relação marido/mulher, com vidas duplas e rios de dinheiro gastos no exterior dos seus corpos quando o interior está absolutamente estrangulado por causa do "querer parecer" ... que já não parece nada a quase ninguém.
Um gesto estudado,
Um rosto cansado,
Sem brilho, sem côr.
Um falso sorriso,
No momento preciso,
Em tempo de amor.
Um "wisky" com soda,
Corta a inibição.
Quem sabe? Talvez ...
Aquilo em que crês,
Seja uma ilusão.
Seguras a vida
Como que aturdida,
Aos poucos, morrendo,
Calada a falar,
Falando calada,
Sem amor, a amar,
A olhar, não vendo.
Onde queres chegar?
Maria Letra
19/03/2009
Modernizar não é acto espontâneo
Qualquer atleta quando se lança na conquista do êxito, na corrida para a meta ou no salto para mais longe, começa, obrigatoriamente, por tomar conhecimento, definir e/ou ter em atenção a linha de partida, ou de chamada, sem o que tudo pode ser nulo, improfícuo, falhado, desclassificado.
Para avançamos, devemos conhecer o ponto onde nos encontramos e de onde temos de partir, os resultados a obter e, depois, formular e comparar as possíveis modalidades de acção para, de entre elas, seleccionar as vias, as maneiras, de exercer o esforço no melhor sentido, com economia de recursos em que está incluído o tempo.
Isto não é válido apenas em teoria, pois aplica-se em todas as actividades práticas desde o desporto às mais complexas indústrias e actividade de gestão ou de governação. Aplica-se, forçosamente, ao complexo problema do desenvolvimento de um País. Quais são os dados deste problema? Qual é a linha de partida? O que somos? Em que ponto nos encontramos?
Para estas interrogações, há muitas respostas populares e vulgarizadas: estamos num pântano; estamos de tanga; estamos num buraco; estamos num beco sem saída; estamos na lama; estamos numa fossa, etc. Mas, na realidade, falta definir os vários parâmetros desta situação indesejável, a fim de que as modalidades de acção sejam escolhidas sem ser com base em entusiasmos de momento, orgásmicos, cuja energia depressa se esgotará sem produzir os desejados resultados. De caprichos impulsivos já nos bastam as sucessivas alterações ao código da estrada para eliminar a hecatombe que destrói os homens na idade mais válida, sem o ter conseguido. Ou os sucessivos agravamentos dos impostos para reduzir o défice e desenvolver o bem-estar da Nação, sem vermos o fim da crise e o momento de desapertar o cinto, com excepção para os próximos da oligarquia reinante que, apesar de tudo, vêm aumentar os seus activos incessantemente.
É necessário método, lucidez, bom senso e vontade perseverante, tanto no estudo inicial antes das grandes decisões, como posteriormente na sua concretização. Sem isso, esgotam-se recursos e credibilidade e o País continuará a arrastar-se pela rampa, em obediência natural às leis da gravidade que, neste caso, impõem o «movimento uniformemente acelerado». Peço desculpa aos políticos, quase todos homens de letras, por esta referência à ciência, à física e à matemática, mas confesso que não estou a troçar da vossa ignorância das realidades mais rudimentares da vida nacional.
Para pormenorizar os traços gerais do método de preparação da decisão, sugiro a leitura de «Pensar antes de decidir».
Para avançamos, devemos conhecer o ponto onde nos encontramos e de onde temos de partir, os resultados a obter e, depois, formular e comparar as possíveis modalidades de acção para, de entre elas, seleccionar as vias, as maneiras, de exercer o esforço no melhor sentido, com economia de recursos em que está incluído o tempo.
Isto não é válido apenas em teoria, pois aplica-se em todas as actividades práticas desde o desporto às mais complexas indústrias e actividade de gestão ou de governação. Aplica-se, forçosamente, ao complexo problema do desenvolvimento de um País. Quais são os dados deste problema? Qual é a linha de partida? O que somos? Em que ponto nos encontramos?
Para estas interrogações, há muitas respostas populares e vulgarizadas: estamos num pântano; estamos de tanga; estamos num buraco; estamos num beco sem saída; estamos na lama; estamos numa fossa, etc. Mas, na realidade, falta definir os vários parâmetros desta situação indesejável, a fim de que as modalidades de acção sejam escolhidas sem ser com base em entusiasmos de momento, orgásmicos, cuja energia depressa se esgotará sem produzir os desejados resultados. De caprichos impulsivos já nos bastam as sucessivas alterações ao código da estrada para eliminar a hecatombe que destrói os homens na idade mais válida, sem o ter conseguido. Ou os sucessivos agravamentos dos impostos para reduzir o défice e desenvolver o bem-estar da Nação, sem vermos o fim da crise e o momento de desapertar o cinto, com excepção para os próximos da oligarquia reinante que, apesar de tudo, vêm aumentar os seus activos incessantemente.
É necessário método, lucidez, bom senso e vontade perseverante, tanto no estudo inicial antes das grandes decisões, como posteriormente na sua concretização. Sem isso, esgotam-se recursos e credibilidade e o País continuará a arrastar-se pela rampa, em obediência natural às leis da gravidade que, neste caso, impõem o «movimento uniformemente acelerado». Peço desculpa aos políticos, quase todos homens de letras, por esta referência à ciência, à física e à matemática, mas confesso que não estou a troçar da vossa ignorância das realidades mais rudimentares da vida nacional.
Para pormenorizar os traços gerais do método de preparação da decisão, sugiro a leitura de «Pensar antes de decidir».
Um 'post' diferente do habitual, se me é permitido
Quando aceitei, com muito prazer, participar neste blog, não obstante as minhas limitações, fi-lo de bom grado e SEM qualquer intenção que não fosse a de fazer o que os meus colegas, neste hobby, fazem: oferecer um bocadinho de si, sem aspiração a NADA para além de comunicar. Cada post traz, normalmente, uma mensagem, seja ela de amor, de revolta, de angústia, de doçura, de paz ou de alerta. Cada leitor tem TODO O DIREITO de tirar dele a conclusão que julgar mais justa. Comente, ou não comente, não importa. Se o fizer é bom porque dá-nos um pouco de si e do que pensa. Se o não fizer, o seu silêncio será interpretado como cada um o sentir. No meu caso, gosto do comentário sincero, sobretudo quando traz uma crítica, feita educadamente, claro, que possa conduzir-me a uma melhoria, seja porque não via pelo ângulo justo um determinado tema, seja porque possa, eventualmente, não estar a ser bem recebido o que escrevo.
Ora bem: aqui vai onde quero chegar com todo este discurso ...
Tenho vindo a notar, nos últimos dias, uma menor assiduidade de textos por parte dos meus colegas virtuais e gostaria de saber porquê.
Penso que o amigo João Soares não receberá mal a minha sinceridade ao dizer que este blog deverá continuar com o valor que sempre teve, quer pelo nível de quem escreve, quer pela variedade de temas que sempre apresentou. Não será justo que eu e o João Soares escrevamos tanto e os outros tão pouco, porque precisamos aqui de "colorido", de participação, de variedade e eu estou a sentir-me mal com o nosso isolamento. Refiro aqueles amigos que mais li:
A assiduidade de textos do amigo João Soares é, LOGICAMENTE, necessária e dele nada há a dizer porque tem-se mantido fiel a si mesmo e com muito mérito de exposição dos seus temas, que todos apreciamos. São temas mais vocacionados para a crítica social e para a política.
A minha amiga Mara traz-nos a sua doçura feminina, uma escolha de temas suaves os quais, depois de lermos ou escrevermos sôbre certas "desgraças", políticas ou não, deixa-nos uma sensação de paz espiritual muito agradável. E se a isto juntarmos os seus quadros, feitos por ela mesma, onde transpira esse seu lado muito feminino, melhor ainda. A página do blog sorri. Em relação a ela, por exemplo, dado que foi ela quem me falou deste blog e somos amigas há uns 30 anos, no dia em que ela deixasse de participar aqui, com a mesma frequência com que o fazia, eu deixaria, imediatamente, de colaborar, também, com a assiduidade com que estive a fazê-lo, até hoje.
A Ana Martins, com os seus lindos poemas, escreve para quem sabe e gosta de apreciar a poesia. Pela minha parte gosto muito de ler o que escreve porque, tal como ela, gosto de rimar a vida. Depois, dá ao blog esse seu lado poético, que todos apreciamos.
A Fernanda Ferreira seria um elemento magnífico, também, no enrequecimento deste blog. Revela grande capacidade intelectual, o que é muito importante para o blog e para todos nós. Esta é a conclusão a que cheguei depois de ler o que comentou e que foi muito pouco.
Peço que não interpretem mal o que acabo de escrever. Reconheço grande nível na educação e na capacidade intelectual de todos os elementos que referi, partipantes neste blog, ou mesmo comentadores. Consequentemente, o respeito que me merecem obriga-me a dizer o que sinto: Isolamento. Temporário? Espero que sim.
Maria Letra
Ora bem: aqui vai onde quero chegar com todo este discurso ...
Tenho vindo a notar, nos últimos dias, uma menor assiduidade de textos por parte dos meus colegas virtuais e gostaria de saber porquê.
Penso que o amigo João Soares não receberá mal a minha sinceridade ao dizer que este blog deverá continuar com o valor que sempre teve, quer pelo nível de quem escreve, quer pela variedade de temas que sempre apresentou. Não será justo que eu e o João Soares escrevamos tanto e os outros tão pouco, porque precisamos aqui de "colorido", de participação, de variedade e eu estou a sentir-me mal com o nosso isolamento. Refiro aqueles amigos que mais li:
A assiduidade de textos do amigo João Soares é, LOGICAMENTE, necessária e dele nada há a dizer porque tem-se mantido fiel a si mesmo e com muito mérito de exposição dos seus temas, que todos apreciamos. São temas mais vocacionados para a crítica social e para a política.
A minha amiga Mara traz-nos a sua doçura feminina, uma escolha de temas suaves os quais, depois de lermos ou escrevermos sôbre certas "desgraças", políticas ou não, deixa-nos uma sensação de paz espiritual muito agradável. E se a isto juntarmos os seus quadros, feitos por ela mesma, onde transpira esse seu lado muito feminino, melhor ainda. A página do blog sorri. Em relação a ela, por exemplo, dado que foi ela quem me falou deste blog e somos amigas há uns 30 anos, no dia em que ela deixasse de participar aqui, com a mesma frequência com que o fazia, eu deixaria, imediatamente, de colaborar, também, com a assiduidade com que estive a fazê-lo, até hoje.
A Ana Martins, com os seus lindos poemas, escreve para quem sabe e gosta de apreciar a poesia. Pela minha parte gosto muito de ler o que escreve porque, tal como ela, gosto de rimar a vida. Depois, dá ao blog esse seu lado poético, que todos apreciamos.
A Fernanda Ferreira seria um elemento magnífico, também, no enrequecimento deste blog. Revela grande capacidade intelectual, o que é muito importante para o blog e para todos nós. Esta é a conclusão a que cheguei depois de ler o que comentou e que foi muito pouco.
Peço que não interpretem mal o que acabo de escrever. Reconheço grande nível na educação e na capacidade intelectual de todos os elementos que referi, partipantes neste blog, ou mesmo comentadores. Consequentemente, o respeito que me merecem obriga-me a dizer o que sinto: Isolamento. Temporário? Espero que sim.
Maria Letra
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