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14/11/2013

PAPA FRANCISCO CORRE PERIGO



A notícia Papa Francisco na mira da máfia calabresa, diz procurador italiano, conforma aquilo que já tinha sido alertado quanto a reacções contra a limpeza planeada para a Igreja e o apelo a preocupações humanas em conformidade com os princípios morais e sociais do início do catolicismo.

 Agora, perante esta ameaça a um Homem que mostra interesse em que os estadistas e os poderosos sejam mais humanos e generosos em relação às pessoas, devemos estar atentos à forma como as grandes potências reagem a esta notícia. Será que os EUA utilizarão os seus meios poderosos para enfrentar a situação? Não serão necessários «drones» nem porta-aviões, nem mísseis atómicos, mas ficarão mal na fotografia se nada fizerem para garantir a segurança deste exemplo de dignidade e de amor ao próximo. E a Rússia, a China, a Alemanha, etc. que atitude tomarão?

Ou será que os detentores do Poder vêm neste defensor da excelência do comportamento humano e social um inimigo por estar oposto ao autoritarismo, à ganância, à exploração, à corrupção, aos jogos de interesses materialistas? Vai ser altura de vermos onde estão os HOMENS BONS que merecem estar à frente dos Estados e dos interesses humanos mundiais.

Imagem de arquivo

10/07/2011

Idosos. Amanhã seremos nós


PÚBLICO. 10.07.2011 - 08:31

As Nações Unidas colocaram Portugal na lista negra dos países que pior tratam dos seus idosos, com 39 por cento dos mais velhos vítimas de violência.

Segundo o Relatório de Prevenção contra os Maus Tratos a Idosos, da Organização Mundial de Saúde, o país tem 39,4 por cento de idosos vítimas de abusos. Os dados mostram ainda que 32,9 por cento são vítimas de abusos psicológicos, 16,5 por cento de extorsão, 12,8 por cento de violação dos seus direitos, 9,9 por cento de negligência, 3,6 por cento de abusos sexuais e 2,8 por cento de abusos físicos.

Dos 53 países europeus analisados pelo relatório, Portugal surge entre os cinco piores no tratamento aos mais velhos, juntamente com a Sérvia, Áustria, Israel e República da Macedónia.

Por dia, quatro milhões de idosos são vítimas de humilhações físicas e psicológicas na Europa. A directora da OMS para a Europa, Zsuzsanna Jakab, considera a situação “muito grave”. No caso específico de Portugal, este é considerado um "problema sério".

“A população europeia está cada vez mais envelhecida, por isso é urgente que os governos resolvam este problema social o mais rápido possível, e que os serviços de saúde prestem socorro às vítimas de maus tratos”, escreve a responsável no relatório. Em 2050, estima-se que um terço da população terá mais de 60 anos.

"As pessoas não têm vergonha de discriminar os idosos, ao contrário do que acontece com a discriminação por razões étnicas ou de género", considerou uma especialista na matéria, Sibila Marques, que em Maio publicou o ensaio “Discriminação na Terceira Idade”, da Fundação Francisco Manuel dos Santos. "São os próprios idosos a acreditar na sua falta de valor”, disse a investigadora do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, aquando do lançamento da obra.

Zsuzsanna Jakab considera que os maus tratos a idosos são um "problema de saúde e social. Evitá-lo é uma questão de direitos humanos e de solidariedade social".

Em Portugal, desde 2000 que o número de idosos ultrapassou o número de jovens e actualmente quase metade das pessoas com idade superior a 65 anos têm 75 ou mais anos, segundo dados recolhidos pela Pordata. “Lutamos para que as pessoas vivam mais, temos de preparar a sociedade para que esteja habilitada a responder. Mas, não é isso que temos, o que dizemos é que os idosos são um fardo económico ao nível da Segurança Social, que não está preparada” para estes cidadãos, disse à agência Lusa Stela António, professora de Demografia e de Introdução à Gerontologia do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica.

A falta de preparação da sociedade para os idosos está relacionada com “a atitude e valores” face aos mais velhos, mas também com a própria ideia que muitos idosos partilham de que “já não servem para nada”, acrescentou Stela António.

Foto de Pedro Cunha

12/01/2011

Comunicações seguras na Net


Diferença entre a http:// e https://, - muito importante!!!




  ATENÇÃO PESSOAL ESSA INFORMAÇÃO É BEM
INTERESSANTE, VALE OBSERVAR! EU NÃO SABIA.
                              
 Diferença entre a http:// e https://
         IMPORTANTE!
                               Especialmente para quem faz compras via
Internet.
                               A maioria das pessoas ignora que a diferença
entre a utilização de http:// e https:// é, simplesmente, a sua segurança! O
"s" = secure = segurança.
                               A sigla http quer dizer "Hyper Text Transport
Protocol", que é a linguagem para troca de informação entre servidores e
clientes da rede.
                               O que é importante, e o que marca a diferença, é
a letra "s" que é a abreviatura de "Secure"!
                               Ao visitar uma página na web, observe se começa
por: http://; Isto significa que essa página se comunica numa linguagem normal,
mas sem segurança!
                               Não se deve dar o número do cartão de crédito -
etc - a uma página/site começada por http://.
                               Se começar por https://, isso significa que o
computador está conectado a uma página que se corresponde numa linguagem
codificada e segura, à prova de espiões!
                               Prevenir nunca é demais.

03/12/2010

Travar a intrusão da WikiLeads

Cuecas seguras
Aqui estão as cuecas mais seguras do século XXI...

Não se enganem!

Se falharem mais de 3 vezes perdem o direito ao conteúdo ;-)


10/09/2010

Explosão e incêndio em S. Francisco

É de lamentar os danos pessoais e materiais e a quantidade de pessoas lesadas por esta catástrofe.

Infelizmente, nos tempos mais recentes tem havido demasiados acidentes de graves consequências, o que coloca em evidência que a humanidade tem-se degradado nos aspectos humanos, de sensatez e lucidez, não acompanhando em precaução e sentido de segurança e de responsabilidade, os avanços tecnológicos que tem vindo a utilizar. Em vez de se ajustar aos riscos que a tecnologia acarreta e tomar as medidas de prevenção e segurança mais adequadas, acabou por se desmazelar a permitir que aconteçam acidentes de gravidade inusitada.

Esta degradação persistente foi abordada no post Segurança votada ao desprezo publicado há pouco mais de duas semanas. Hoje o homem parece estar mais desumano e desleixado do que no tempo do paleolítico, apesar de as tecnologias o colocarem num patamar materialmente mais elevado.

A vida não se resume ao dinheiro, ao consumismo, à ostentação, à arrogância, ao facilitismo, ao deixa andar. Há valores que têm que ser restaurados com urgência.

Podem ser vistos textos em aqui, aqui e aqui, e vídeos em Só Imagens.

Imagem da Net.

04/08/2010

Segurança nas ligações via Internet

Caras(os) Amigas(os),

Julgo de vosso interesse dar-vos a conhecer dificuldades que tenho sentido deste há cerca de 10 dias, com as exigências de identificação, sempre que pretendo colocar o primeiro comentário depois de ligar o browser. Isso deve-se a alguém ter tentado insistentemente decifrar a minha password, com fins logicamente inconfessáveis. Permitam que vos sugira que alterem frequentemente a vossa password, tal como faço, e que utilizem uma com mais de uma dúzia de caracteres.

À pessoa que se tem esforçado em vão por descobrir a minha password, informo que já deixei de usar a <>. Agora uso uma mais difícil. Dou-lhe um conselho: desista de querer fazer mal aos outros. Isso não dá felicidade a ninguém.

Cumprimentos aos que se consideram meus amigos
João

25/10/2009

A vida exige equilíbrio

Quando em 1965-66 fui aluno do professor de economia Manuel Jacinto Nunes, ouvi-o dizer que «Trabalho é o esforço penoso para produzir bens». Durante as mais de quatro décadas desde então decorridas, muitos pretextos ocorreram para reflectir sobre a importância do trabalho e sobre o necessário equilíbrio entre a actividade laboral e a vida real, emotiva, familiar e de lazer.

Hoje, com a ganância do enriquecimento rápido, os empresários sentem apetência para obter mais trabalho produzido com menores custos e, por seu lado, os trabalhadores procuram obter melhores remunerações com menor produção ou com menor esforço. Muitas vezes esta luta é levada a extremos um tanto desumanos, em que a felicidade, a cultura, o ócio e a vida de relação com a família e os amigos, ficam num plano altamente lesivo da qualidade de vida de cada um.

Fui arrastado para estas reflexões pelos seguintes três títulos do Jornal de Notícias de hoje «Quando o trabalho mata», «Todos os dias há uma morte por stresse laboral» e "Somos vítimas de um assédio permanente", e deixo aqui os links para quem desejar inteirar-se de situações que chegam a ser dramáticas. A vida, neste mundo actual exageradamente materialista e desumano apresenta momentos muito preocupantes que merecem ser seriamente meditados.

Não devem também ser deixadas passar sem reflexão as notícias sobre o desemprego provocado pela crise, os suicídios causados pelo desespero de vidas insuportáveis, etc.

09/10/2009

Perigo desprezado

É comum ouvir-se e ler-se que a menor longevidade do homens em relação às mulheres se deve a eles estarem dispostos a correr mais riscos, muitas vezes de forma pouco racional. Hoje as mulheres também ousam praticar desportos radicais. Também é da opinião generalizada que a escola não prepara as crianças para serem adultos responsáveis, o que significa saberem gerir as suas vidas com sensatez, lógica, rigor, responsabilidade, dedicação às tarefas que realizam.

Começam de pequeninas a não estudarem, não fazerem os trabalhos de casa, sem com isso receberem admoestação ou qualquer tipo de penalização adequada. A prática da vida mostra que a permissividade traz más consequências na vida prática. As empresas queixam-se da falta de dedicação do pessoal às tarefas, da falta de cuidado na procura da perfeição, da carência de profissionalismo e de sentido das responsabilidades, etc.

Há dias, a propósito da alta sinistralidade nas estradas, apesar do bom estado destas e da boa qualidade do parque automóvel, foi referida a deficiente preparação dos condutores, do seu civismo, etc, denunciando «desleixos trágicos» que lesam a vida, a saúde e os haveres de pessoas inocentes, vítimas da «loucura» de aventureiros incapazes de dominarem os veículos que levam nas mãos.

Agora chega a notícia realçada em todos os jornais (por exemplo: Correio da Manhã, Jornal de Notícias, Público) da explosão de um camião-cisterna que ocasionou um morto, seis feridos e a destruição de duas vastas instalações industriais, em Vila do Conde. Certamente, que ainda não se sabe oficialmente a causa do acidente mas, provavelmente, houve algum descuido no cumprimento de regras sensatas para o manuseamento de substâncias tóxicas, incendiárias e explosivas. Conduzir um camião carregado com tais produtos não é a mesma coisa que o fazer no transporte de madeira ou brita. Tenho muitas dúvidas que os condutores de tais veículos estejam devidamente preparados para salvaguardarem as suas vidas e as dos outros. Não basta saber mexer bem no volante e no acelerador. O tipo de carga exige preparação especial.

Mas a generalidade dos portugueses fiam-se na virgem e desprezam os cuidados mais essenciais, pensam que os acidentes graves só acontecem aos outros e depois, infelizmente, muitos nem podem contar como tal lhes aconteceu.

As escolas devem ensinar as crianças a ser ponderadas e pensar antes de fazer algo, mesmo que se trate de uma rotina, porque mesmo estas devem adaptar-se às circunstâncias de momento e de local.

10/08/2008

É precisa mais segurança nas varandas

A Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), critica a inexistência de normas técnicas nacionais e específicas que obriguem os construtores

a salvaguardar as crianças das quedas de janelas e varandas. E baseia-se no facto de a maioria das varandas das casas portuguesas não serem seguras para as crianças, ao ponto de este ano já delas terem caído seis crianças e tendo havido 13 acidentes deste género em 2007. Estão a ser preparadas regras que serão obrigatórias na construção civil.

"Nenhum adulto está sempre a olhar para a criança, ainda mais em casa, onde as pessoas estão distraídas", pelo que, mais importante do que apelar ao reforço da vigilância dos pais, é preciso garantir a segurança das infra-estruturas. Tudo deve ser feito para proteger seres ainda indefesos.

Depois de ler o post «manta de retalhos» , da autoria da Amiga Mariazita, em que é feita uma comparação muito elegante e subtil das condições de há sete décadas com as de hoje, sinto-me tentado a recordar alguns aspectos diferentes na preparação das crianças para a vida, no que à segurança e precaução diz respeito. Ao contrário de hoje, as crianças viviam muito na companhia de familiares e com eles aprendiam a livrar-se de perigos.

Lembro-me de um carreiro de pé posto, que passava a um metro de um poço de rega com vários metros de profundidade. Se uma criança lá caísse não escaparia de morrer afogada, ou de traumatismo e, no entanto, nunca se ouviu que tal acidente tivesse ocorrido. Anos depois foi generalizada a precaução de vedar a aproximação de poços ou a sua cobertura, mas esta, degradando-se com o tempo podia passar a ser uma armadilha, por deixar de ter a robustez esperada. Também a proximidade dos carros de bois e de outras situações com algum risco eram devidamente medidas e nenhuma criança se sentia tentada a passar além das precauções que lhe foram ensinadas.

As crianças, ao mesmo tempo que iam aprendendo a andar de gatas e depois a andar sem amparo, tomavam também conhecimento das realidades ambientais, com o apoio de familiares e vizinhos. Porém, o calendário não pára e outros tempos vieram em que as crianças não podem usufruir do ensino permanente dos crescidos e, mesmo nos infantários, pouco lhes é ensinado de prático e útil para gerirem a sua vida, para enfrentarem dificuldades ou perigos. A evolução social nem sempre evolui pela melhor via. Foi nesse ambiente rural, que há pouco mais de vinte anos, ouvi uma menina citadina já com mais de 10 anos perguntar se as batatas nasciam na adega.

Perante estas alterações da tomada de conhecimento pelas crianças dos perigos que as espreitam e da impossibilidade de lhes serem criados hábitos adequados de prevenção e de preocupação com a segurança, a APSI está no bom caminho ao preparar e propor medidas eficientes para a segurança das varandas em relação aos perigos de queda de crianças.

21/01/2008

Serviço secreto eficiente

George Bush vai a um colégio de ensino primário para falar sobre a guerra. Após o discurso, diz às crianças que lhe podem perguntar qualquer coisa.

Um menino levanta a mão.
Bush pergunta-lhe o nome: - O meu nome é Bob.
- E qual é a sua pergunta, Bob?
- Tenho 3 perguntas.

Primeira: Por que é que os EUA invadiram o Iraque sem o apoio da ONU?
Segunda: Por que é que o senhor é presidente se Al Gore teve mais votos?
Terceira: O que aconteceu a Bin Laden?

Quando Bush se preparava para responder às perguntas, o sinal de recreio tocou.
Bush disse às crianças que continuariam depois do recreio.

Quando acabou o recreio, Bush perguntou:
- Onde estávamos? Ah, sim! Estávamos nas perguntas. Alguém quer
perguntar-me alguma coisa?
Outro menino levanta a mão. George pergunta-lhe como se chama.
- Steve
- E qual é a tua pergunta, Steve?
- Tenho 5 perguntas:

Primeira: Por que é que os EUA invadiram o Iraque sem o apoio da ONU?
Segunda: Por que é que o senhor é presidente se Al Gore teve mais votos?
Terceira: O que aconteceu a Bin Laden?
Quarta: Porque é que o sinal de recreio tocou 20 minutos mais cedo?
E quinta: Onde está o Bob?
Recebido por e-mail do amigo VC

02/11/2007

Ministério genial!!!

O MAI está a estudar uma ideia de colocar no pára-brisas dos carros um dístico de cor que denuncie se o condutor é seguro ou perigoso. Se teve acidentes ou não. Ideia maravilhosa de um ministério que já resolveu tudo o que é essencial para a felicidade dos cidadãos e agora se preocupa com pormenores conducentes ao aumento da segurança nas estradas!!!

Uns génios extraordinariamente inteligentes e realistas!!! É preciso que criem também dísticos para denunciar os carros que transportam casais de namorados mais preocupados com as meiguices do que com a segurança deles e dos outros utentes da estrada. Também um dístico para dizer que o condutor esteve na discoteca até às seis da manhã, outro para o que matou a sede com uma conhecida marca de uísque, ou que se tranquilizou com determinado estupefaciente, etc, etc.

Seriam apenas uns dísticos a juntar ao do seguro (que é totalmente inútil, visto que só a BT-GNR acaba por detectar os carros sem seguro, em grandes quantidades), ao das inspecções periódicas, ao do imposto de circulação. São inúteis mas ornamentam os pára-brisas!!!

APENAS me permito sugerir aos responsáveis do MAI que não imponham dísticos em quantidade tão exagerada que impeçam o condutor de dispor de um pequeno rectângulo livre no vidro de modo a poder conduzir com a segurança suficiente para não saírem da estrada. Mesmo sem esses adesivos já há despistes que sobram!!!

Com medidas deste calibre, podemos estar descansados porque temos gente inteligente e sensata a velar por nós!!!

08/09/2007

Justiça Social gera Segurança

Um país mais justo é um país mais seguro. O que é preciso é garantir que todos tenham oportunidade de viver uma vida normal. Em Portugal, é costume cada um pensar em si.
Paulo Baldaia, JN 8Set

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