29/07/2011

O PONTO NEGRO

Para Refletir
Transcrito do ccelle ornamental para o Sempre Jovem
Foto da google

Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.
O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vidas.
Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso!
Tire os olhos dos pontos negros de sua vida. Aproveite cada bênção, cada momento que a natureza lhe dá. Creia que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer.
Tenha essa certeza, tranqüilize-se e seja .... FELIZ



 

22/07/2011

GERAÇÃO "EU MEREÇO"

VIRAR GENTE 
AUTORA - ELIANE BRUM

PAIS, LEIAM COM MUITA ATENÇÃO, POR FAVOR,
 ATÉ O FINAL.

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.
Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.
Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando. O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

(Eliane Brum escreve na Revista Exame).





O ORVALHO DE VIDA






Transcrição do Só Imagens,  para o "SEMPRE JOVEM", uma homenagem aos amigos, colegas e visitantes pelo "Dia do Amigo", dia 20/07.

20/07/2011

Ser Amigo é ...

Aos meus amigos, a minha homenagem no dia a eles dedicado.

Anselmo (Net 7 Mares)

SONETO DO AMIGO

Net 7 Mares

Amigo é o que está sempre contigo
Nas horas de sorriso ou de dor;
Amparo que, no frio, dá calor;
E que, ao sol inclemente, dá-te abrigo.

d
Na luta contra o mal que em ti reside,
É o teu pedaço bom dentro do peito,
A quem, no entanto, ofendes num mal-feito,
Sabendo que, dali, não vem revide.
d
Pouco importa o seu sexo ou origem,
Se é fácil de encontrá-lo ou se é incerto,
Se é rico, mediano ou sem vintém;
d
Importa é que, na urgência, ele está perto;
É a solução das dores que te afligem,
Pedaço de tu’alma em outro alguém.

Dia do Amigo

"Poema do Amigo Aprendiz"

"Quero ser o teu amigo.
Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar a tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso, é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias."

Fernando Pessoa

Convívio de bloguistas


Uns poucos bloguistas reuniram-se para se conhecerem pessoalmente, explorando uma das potencialidades positivas da blogosfera. Estiveram presentes colaboradores (autores) dos seguintes blogs:
A Casa da Mariazita; A Tulha do Atílio; A Voz do Povo; Alternativas; Democracia em Portugal; Do Miradouro; Do Mirante; Mentira; Pela Dignidade e valores do ser humano; GES-FLUP; Histórias de Encantar; NO LIVRO DA VIDA; OLHAI OS LÍRIOS DO MACUÁ; Psicologia Social; Saúde e Alimentação; Sempre Jovens; Só imagens; Suciologicus.

Viver vida positiva

video

19/07/2011

Trocar idosos por reclusos

UMA IDEIA A EXPLORAR?...

Colocar os nossos IDOSOS nas cadeias, e os delinquentes fechados nas casas dos velhos .

Desta maneira, os idosos teriam todos os dias acesso a um duche, lazer, passeios.
Não teriam necessidade de fazer comida, fazer compras, lavar a loiça, arrumar a casa, lavar roupa etc.
Teriam medicamentos e assistência médica regular e gratuita.
Estariam permanentemente acompanhados.
Teriam refeições quentes, e a horas.
Não teriam que pagar renda pelo seu alojamento.
Teriam direito a vigilância permanente por vídeo, pelo que receberiam assistência imediata em caso de acidente ou emergência, totalmente gratuita.
As suas camas seriam mudadas duas vezes por semana, e a roupa lavada e passada com regularidade.
Um guarda visitá-los-ia a cada 20 minutos e levar-lhes-ia o correio directamente em mão.
Teriam um local para receberem a família ou outras visitas.
Teriam acesso a uma biblioteca, sala de exercícios e terapia física / espiritual.
Seriam encorajados a arranjar terapias ocupacionais adequadas, com formador instalações e equipamento gratuitos.
Ser-lhes-ia fornecido gratuitamente roupa e produtos de higiene pessoal.
Teriam assistência jurídica gratuita.
Viveriam numa habitação privada e segura, com um pátio para convívio e exercícios.
Acesso a leitura, computador, televisão, rádio e chamadas telefónicas na rede fixa.
Teriam um secretariado de apoio, e ainda Psicólogos, Assistentes Sociais, Políticos, Televisões, Amnistia Internacional, etc., disponíveis para escutarem as suas queixas.
O secretariado e os guardas seriam obrigados a respeitar um rigoroso código de conduta, sob pena de serem duramente penalizados.
Ser-lhes-iam reconhecidos todos os direitos humanos internacionalmente convencionados e subscritos por Portugal.

Por outro lado, nas casas dos idosos:
Os DELINQUENTES viveriam com € 200 numa pequena habitação com obras feitas há mais de 50 anos.
Teriam que confeccionar a sua comida e comê-la muitas vezes fria e fora de horas.
Teriam que tratar da sua roupa.
Viveriam sós e sem vigilância.
Esquecer-se-iam de comer e de tomar os medicamentos e não teriam ninguém que os ajudasse.
De vez em quando seriam vigarizados, assaltados ou até violados.
Se morressem, poderiam ficar anos, até alguém os encontrar.
As instituições e os políticos não lhes ligariam qualquer importância.
Morreriam após anos à espera de uma consulta médica ou de uma operação cirúrgica.
Não teriam ninguém a quem se queixar.
Tomariam um banho de 15 em 15 dias, sujeitando-se a não haver água quente ou a caírem na banheira velha,
Passariam frio no Inverno porque a pensão de € 200 não chegaria para o aquecimento.
O entretenimento diário consistiria em ver telenovelas, a Fátima, o Goucha, a Júlia Pinheiro e afins na televisão.
Digam lá se desta forma não haveria mais justiça para todos, e os contribuintes agradeceriam?

NOTA: Quem teve esta ideia devia ganhar um prémio. Embora na prática actual ela possa ser encarado com ironia, repare-se como reflecte um conjunto de conceitos e de vectores que tem tanto de triste como de real! Merece profunda meditação sobre a injustiça social que nos condiciona a vida.

Imagem do Google

18/07/2011

FAÇA BOM USO DA MÚSICA

A musica e o humor...
Adaptação de “A musica faz bem para o coração” publicado na revista Fanzini de junho.

Que a música faz bem ao corpo e a mente, todo mundo sabe.
Ouvir uma melodia pode ser um remédio tão eficaz quanto as fórmulas vendidas nas farmácias.
“Quando escutamos música, nosso ouvido transforma os sons em estímulos elétricos que chegam ao nosso cérebro provocando o aumento da produção de endorfina”.
O som de instrumentos como o violino e a harpa diminuem os sintomas das pessoas com tendencias ao histerismo, devido a harmonia dos acordes,
aliviam dores de cabeça, enxaquecas.
O equilíbrio circulatório harmoniza com a sonoridade  tranqüila de melodias constantes.
Músicas instrumentais leves, como melodias da natureza são ideais para pegar no sono. O sono em silêncio é melhor jeito de recuperar as energias e recarregar a bateria.
Se a intenção for de extravasar a energia que está sobrando, musicas agitadas podem auxiliar.
Nada melhor que dançar para aliviar tensões.
Caso seja um esportista, na hora de executar a modalidade que pratica procure ter sempre que possível musica em seu ouvido.
Além de combater o estresse ajudam a otimizar o tempo e pode melhorar a sua concentração durante os exercícios físicos!

16/07/2011

A cidade dos resmungos

Incredible Dali Windmills

Salvadore Dali


Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam.
No verão, resmungavam que estava muito quente. No inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs.
Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas. Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:
- Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras estão cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.
Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre os dois postes na praça da cidade. Então segurando o cesto diante de si, gritou:
- Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Trocarei seus problemas por felicidade!
A multidão se aglomerou ao seu redor. Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas. Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.
Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda. Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Então ele disse:
-Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.
Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Depois de algum tempo a corda estava vazia. Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido os seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.



Extraído de O Livro das virtudes II – O Compasso Moral, William J. Bennett


Ana Maria canta o fado

14/07/2011

Ciclista ágil e ousado



E eu pensava que sabia andar de bicicleta!!! E você? Sabe?
Mas gosto de ver estas imagens.

Todos pelo AMBIENTE

Al Gore quer encontrar novas soluções para alterações climáticas
Jornal de Notícias. 13 de Julho de 2011

Al Gore vai dar mais um passo na campanha de alerta sobre as alterações climáticas. O antigo vice-presidente dos EUA, que se tornou conhecido pelo activismo na área do ambiente, vai promover, em Setembro, um evento de 24 horas com a presença de cientistas, celebridades e empresários para debater soluções para a "crise do clima".

Ainda sem uma agenda definida, o evento denominado "24 Horas de Realidade", organizado por Al Gore, vai durar um dia completo, mas apenas uma hora em cada fuso horário.

A acção de sensibilização vai começar às 20 horas do dia 14 de Setembro em cada uma das cidades escolhidas em cada fuso horário, como, por exemplo, Londres, Nova Iorque ou Pequim.

O mote para a acção de sensibilização para as alterações climáticas é o facto das mudanças do clima não serem um problema individual, mas sim "o nosso problema". Com base nesta premissa, o projecto fundado por Al Gore quer juntar as pessoas para conseguir encontrar "soluções reais, sistémicas e inovadoras" para aquilo que classifica de "crise do clima".

Com este evento de um dia, Al Gore quer mostrar que é possível mudar o mundo em apenas um dia, tal como as alterações climáticas podem fazer mudar a realidade em pouco tempo.

PROPOSTA: Proponho que nos blogs e na troca de e-mails se difunda toda a literatura existente sobre ecologia e ambiente, por forma a ficarmos muito atentos ao problema e seguirmos com atenção as actividades organizadas por Al Gore em 14 de Setembro. O problema das alterações climáticas é de cada um e de todos colectivamente.

Imagem do Google

O TREMA

Simplesmente fantástico !!! Não sei quem escreveu, mas quem assina é o TREMA ...
É uma tremenda aula de criatividade e bom humor, por sinal, com acentuada inteligência.

A consequência não poderia ser outra: uma agradável leitura...

Despedida do TREMA
Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüentas anos.
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disse que seu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.
Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I.
Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões.
Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pra cá, "www" pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER.
Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo.
Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nós nos veremos nos livros antigos. saio da língua para entrar na história.
Adeus,
Trema.

13/07/2011

Bolero de Ravel na estação central de Copenhaga


Se eles não vão ao concerto, levem o concerto até eles.
Isto é fazer muito pela cultura.

O que é preciso saber sobre a bactéria E. coli O104:H4!


Aqui vão perguntas e respostas: o que é preciso saber sobre a bactéria E. coli O104:H4, por Ana Gerschenfeld

Este tipo de bactéria Escherichia coli, conhecido como "bactéria dos hambúrgueres", causa periodicamente intoxicações alimentares graves.

Para evitar o perigo, basta respeitar sempre - e não apenas agora, quando a realidade no-lo lembra - algumas regras simples de higiene.

O que são as bactérias Escherichia coli?

São bactérias na sua grande maioria inofensivas e importantes para a saúde. Fazem parte da flora intestinal normal dos mamíferos, incluindo os seres humanos.

Quais são as precauções a ter em relação aos alimentos?

Estas bactérias morrem a temperaturas superiores aos 70.º C ou inferiores aos -20.º C. As hortaliças cozidas durante uns dez minutos não apresentam perigo e, em princípio, os ultra-congelados também não. Mesmo assim, é aconselhável cozer muito bem a carne picada. Os legumes e verduras que vão ser consumidos crus devem ficar de molho em água com 4 a 5 gotas por litro de lixívia, antes de serem muito bem passados por água.

E as E. coli enterohemorrágicas (EHEC) como a que tem provocado o surto de infecções alimentares na Alemanha?

São estirpes de E. coli que adquiriram a capacidade de fabricar uma toxina, a verocitotoxina ou shiga. A infecção do ser humano por uma bactéria deste tipo pode provocar gastroenterites agudas, com cólicas abdominais, diarreia com sangue, febre moderada e vómitos, requerendo uma hospitalização em 5 por cento dos casos. Nos doentes hospitalizados, pode evoluir para uma síndrome hemorrágica que se revela mortal em 3 a 5 por cento dos casos, chamada síndrome hemolítica-urémica ou SHU.

O que é a síndrome hemolítica-urémica (SHU)?

É a fase em que a infecção se espalha pelo organismo, causando estragos nos vasos sanguíneos - com especial afinidade pelos rins, onde os danos podem ser irreversíveis. A queda do número de plaquetas em circulação no sangue causa hemorragias.

Qual é a origem destas bactérias tóxicas?

A primeira estirpe foi identificada na carne picada nos anos 1980 nos EUA e designada por O157:H7. A bactéria responsável pelo actual surto de SHU na Alemanha é de uma estirpe muito próxima, O104:H4. Pensa-se que estas bactérias surgiram de uma combinação genética de E. coli normais com bactérias patogénicas (talvez shigella) devido à utilização de tecidos animais na alimentação industrial, nomeadamente bovina. Estas E. coli também costumam ser resistentes aos antibióticos, o que poderá ser devido ao tratamento dos animais com antibióticos.

Qual é o habitat natural destas bactérias patogénicas?

As estirpes patogénicas de E. coli vivem no intestino dos bovinos e suínos, animais a quem não causam doença.

Quais são as principais vias de transmissão para os seres humanos?

A infecção propaga-se sobretudo através da carne picada de vaca insuficientemente cozinhada, donde o nome de "bactéria dos hambúrgueres" por vezes dado a estas bactérias. No matadouro ou no talho, resíduos animais podem contaminar a carne e esta, ao ser picada, fica misturada com os produtos contaminados. Se não for bem cozinhada, a bactéria permanecerá viva no interior da carne. Algo que não acontece com os bifes, por exemplo, uma vez que a bactéria fica nesse caso à superfície da carne e é eliminada pelo calor da cozedura. Sem os devidos cuidados, as fezes das vacas contaminadas podem também fazer passar a bactéria para o leite, que é uma outra fonte de infecção humana quando consumido sem pasteurização.

E a contaminação via os legumes?

Não é a mais habitual, mas as hortaliças podem ser contaminadas por água de rega contaminada, por fertilizantes naturais ou por terem estado em contacto com fezes de animais contaminados em qualquer fase da sua produção, transporte, venda ou preparação.

Os sintomas da infecção são sempre agudos?

Conforme os casos, podem passar despercebidos ou dar origem à panóplia de sintomas já acima referida. Na maior parte dos casos, a situação resolve-se passados uns dias (com ou sem hospitalização).

A infecção é transmissível de uma pessoa para outra?

Se uma pessoa estiver infectada sem o saber (seja porque ainda não manifestou a doença, o que pode demorar vários dias, seja porque tem uma forma assintomática), ela é susceptível, em caso de insuficiente higiene das suas mãos ao sair da casa de banho, de contaminar os alimentos ao manuseá-los.

A infecção responde aos antibióticos?

Para além destas bactérias serem resistentes a muitos antibióticos, um tal tratamento até pode fazer piorar a situação, ao matar as bactérias da flora intestinal que poderiam ajudar a controlar a proliferação das bactérias patogénicas.

SORRISO CONTAGIANTE...

JA SORRIU HOJE?





FELICIDADE EXPLÍCITA

Pra você que acordou hoje com preguiça de ir trabalhar, ou se encontra desmotivado, magoado com alguém veja se o seu desconforto é maior que o dele.
Tenho certeza que a frase que segue abaixo é a mais pura verdade.
“Entender a vontade de Deus nem sempre é fácil, mas crer que Ele está no comando e tem um plano pra nossa vida, faz a caminhada valer à pena".
Quando algo não sair do seu contento , não esbraveje . Silencie e veja o que de novo você pode aprender com isso.
Nada é por acaso e tudo tem um propósito.
Com carinho e com o desejo que sua semana seja próspera e abençoada!!!

12/07/2011

A crise e os sábios


Transcrição de «conto» recebido por e-mail do amigo ARS

Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros-quentes.

Não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia os melhores cachorros-quentes da região.

Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.

As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas.

Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.

O negócio prosperava...

Os seus cachorros-quentes eram os melhores!

Com o dinheiro que ganhou conseguiu pagar uma boa escola ao filho.

O miúdo cresceu e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.

Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo cachorros-quentes feitos com os melhores ingredientes e gastando dinheiro em cartazes, e teve uma séria conversa com o pai:

- Pai, não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Há que economizar!

Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: Bem, se o meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isto, então só pode ter razão!

Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior).

Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores).

Para economizar, deixou de mandar fazer cartazes para colocar na estrada.

Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.

Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo até chegarem a níveis insuportáveis.

O negócio de cachorros-quentes do homem, que antes gerava recursos... faliu.

O pai, triste, disse ao filho: - Estavas certo filho, nós estamos no meio de uma grande crise.

E comentou com os amigos, orgulhoso: - 'Bendita a hora em que pus o meu filho a estudar economia, ele é que me avisou da crise...'


O texto original foi publicado em 24 de Fevereiro de 1958 num anúncio da Quaker State Metals Co


NOTA DE ORIGEM: vivemos num mundo contaminado por más notícias e, se não tomarmos o devido cuidado, elas influenciar-nos-ão ao ponto de nos roubarem a prosperidade.


NOTA FINAL: Vejam qual é o papel importante dos economistas!!! Por cá o Cavaco Silva também se gaba de, há mais de quatro anos, ter previsto a crise. E ela acabou por chegar!!!
Também José Manuel Durão Barroso diz que o contágio da crise à Itália
«não é uma surpresa total»!!!
Pensem bem nisto e na conclusão que está na NOTA de origem que vinha no e-mail que trouxe este conto. Os economistas e outros sábios servem para nos alertar do mal que eles causam. Não o sabem evitar nem curar….
Precisamos de mais arautos da desgraça???

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Respeito com os idosos. Amanhã seremos nós!

Crise, história e mudanças

Aproveito, com alguns retoques, um comentário colocado aqui há dias num artigo que faz pensar na actual situação da Europa, que muitos dizem estar em decadência. Realmente, na vida real do Planeta, tudo tem evoluído de forma sinusoidal, com subidas e descidas, conforma a Natureza e a sucessão das quatro estações do ano. Neste momento estamos em baixo e, para tentar recuperar, será necessário não cometer erros na defesa do futuro do Continente. Mas não se vislumbram políticos com competência e dedicação à causa colectiva em grau que garanta um futuro saudável para os europeus. Vários pensadores o têm afirmado de entre os quais se pode citar o ex-PR Mário Soares.

No princípio da história o poder estava na Ásia, com a China, e o seu Império do Meio a ditar as modas. Mas este império que deixou muitos sinais do elevado grau da sua cultura e ciência perdeu poder, apesar da Grande Muralha construída na dinastia Quin (221-207aC), esteve dominado pela Mongólia nos séculos XIII e XIV, sofreu mais tarde a guerra do ópio e, recentemente, foi invadida pelo Japão, estando agora, depois de poucas décadas de acentuado progresso, a recuperar o seu poder de antanho.

Entretanto, na Europa, os gregos e os romanos atingiram um grau de cultura que impulsionou toda a Europa, mesmo depois da queda do Império Romano. Há seis séculos a Europa, seguindo os descobrimentos dos portugueses, iniciou a primeira globalização, embora com o aspecto negativo dado à colonização que, em vez da prometida difusão da cultura e da religião, se dedicou mais à exploração das riquezas locais (especiarias, ouro e outras).

Na Europa houve um acontecimento, a Revolução Francesa, que embora prometedor, não ocorreu com a maior eficiência e coerência e pecou por erros graves e com más implicações no futuro. Do seu lema de três palavras, uma a Fraternidade, é incontestável e decalcada na mensagem de Cristo, mas as outras , Liberdade e Igualdade, eram contraditórias e mutuamente adversas. Se há liberdade cada um gere a sua vida segundo os seus genes e a sua formação ética e cultural, não podendo daí resultar Igualdade. Para que esta exista, tem que haver autoridade que a imponha, disciplina militar com uniforme, ou moda imposta, o que não deixa lugar para liberdade. Pode dizer-se que se pretendia «igualdade de oportunidades», mas um lema, uma palavra de ordem, não pode exigir um manual do utilizador e este não é lido. E, por isso falhou. A liberdade foi para a libertinagem. E a Igualdade levou a que a guilhotina acabasse com os diferentes. Na mesma altura e com troca de experiências entre os contemporâneos, houve a revolução Americana que não usou o mesmo lema mas valorizou a pessoa e a iniciativa individual, como fonte de inovação, criatividade e via para o progresso. Os resultados diferentes viram-se nos séculos seguintes.

Da colonização nascida da expansão da Europa pela mão dos descobrimentos portugueses nasceu no fim do século XVIII na América aquele Estado que viria a tornar-se a maior potência económica e militar do Mundo. Por seu lado, a Europa iniciou o seu declínio, que não soube gerir de forma a recuperar a grandeza de outrora, e que pecou com as desmedidas ambições napoleónicas e mais tarde com duas guerras mundiais fruto de ambições e rivalidades entre a Alemanha e a França e, por outro lado, a hostilidade insular da Grã-Bretanha.

Terminada a II GM, houve na Europa quem pensasse e bem que a união seria a forma de evitar o colapso, mas não houve aberta adesão e comunhão numa estratégia de futuro, e o mais grave é que não surgiu uma estratégia definida com inteligência que fizesse convergir todas as energias e recursos para um futuro comum de desenvolvimento e bem-estar para os europeus. Não houve o devido respeito por todos que se sobrepusesse às ambições paroquiais de domínio que já tinham mostrado ser nefastas. Os políticos continuaram a olhar para o seu umbigo e a tentar explorar os mais pequenos em beneficio imediato dos grandes. A decadência tem continuado por falta de uma política coerente com um objectivo bem definido e aceite por todos.

Entretanto, depois de muitos abusos em que exauriu os seus recursos, também a América está perante a sua queda, ao mesmo tempo que se levantam os Estados Emergentes em que a China, a Índia e o Brasil se preparam para desempenhar os principais papéis.

Nestas condições, a Europa tem que gerir com muita prudência e determinação a sua marcha pela sobrevivência, definindo claramente e com realismo aquilo que pretende ser na nova ambiência internacional, sem complexos de qualquer espécie, mas com a preocupação de acertar em todas as suas decisões e gerir com prudência as suas relações com os gestores multinacionais do sistema financeiro, tendo sempre presente os próprios interesses de longo prazo. Há que parar de olhar para o próprio umbigo com arrogância e ambição despropositadas. Há que aproveitar as realidades internacionais actuais e controlar o barco da forma mais adequada para evitar um grande naufrágio e conseguir um futuro adequado.

Para isso, precisamos de políticos dedicados à causa pública que usem de competência e boa intenção e sem obedecerem à partidocracia que, erradamente, sucedeu á Democracia.

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10/07/2011

Idosos. Amanhã seremos nós


PÚBLICO. 10.07.2011 - 08:31

As Nações Unidas colocaram Portugal na lista negra dos países que pior tratam dos seus idosos, com 39 por cento dos mais velhos vítimas de violência.

Segundo o Relatório de Prevenção contra os Maus Tratos a Idosos, da Organização Mundial de Saúde, o país tem 39,4 por cento de idosos vítimas de abusos. Os dados mostram ainda que 32,9 por cento são vítimas de abusos psicológicos, 16,5 por cento de extorsão, 12,8 por cento de violação dos seus direitos, 9,9 por cento de negligência, 3,6 por cento de abusos sexuais e 2,8 por cento de abusos físicos.

Dos 53 países europeus analisados pelo relatório, Portugal surge entre os cinco piores no tratamento aos mais velhos, juntamente com a Sérvia, Áustria, Israel e República da Macedónia.

Por dia, quatro milhões de idosos são vítimas de humilhações físicas e psicológicas na Europa. A directora da OMS para a Europa, Zsuzsanna Jakab, considera a situação “muito grave”. No caso específico de Portugal, este é considerado um "problema sério".

“A população europeia está cada vez mais envelhecida, por isso é urgente que os governos resolvam este problema social o mais rápido possível, e que os serviços de saúde prestem socorro às vítimas de maus tratos”, escreve a responsável no relatório. Em 2050, estima-se que um terço da população terá mais de 60 anos.

"As pessoas não têm vergonha de discriminar os idosos, ao contrário do que acontece com a discriminação por razões étnicas ou de género", considerou uma especialista na matéria, Sibila Marques, que em Maio publicou o ensaio “Discriminação na Terceira Idade”, da Fundação Francisco Manuel dos Santos. "São os próprios idosos a acreditar na sua falta de valor”, disse a investigadora do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, aquando do lançamento da obra.

Zsuzsanna Jakab considera que os maus tratos a idosos são um "problema de saúde e social. Evitá-lo é uma questão de direitos humanos e de solidariedade social".

Em Portugal, desde 2000 que o número de idosos ultrapassou o número de jovens e actualmente quase metade das pessoas com idade superior a 65 anos têm 75 ou mais anos, segundo dados recolhidos pela Pordata. “Lutamos para que as pessoas vivam mais, temos de preparar a sociedade para que esteja habilitada a responder. Mas, não é isso que temos, o que dizemos é que os idosos são um fardo económico ao nível da Segurança Social, que não está preparada” para estes cidadãos, disse à agência Lusa Stela António, professora de Demografia e de Introdução à Gerontologia do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica.

A falta de preparação da sociedade para os idosos está relacionada com “a atitude e valores” face aos mais velhos, mas também com a própria ideia que muitos idosos partilham de que “já não servem para nada”, acrescentou Stela António.

Foto de Pedro Cunha

08/07/2011

O CENTRO DE CHAMPALIMAUD para o desconhecido




1. O que me deixa mais orgulhoso sobre este projecto é que ele não é um museu de Arte Moderna. Pelo contrário, ele usa os níveis mais altos da ciência e da medicina contemporânea para ajudar as pessoas que lutam com problemas reais, câncer, lesões cerebrais, cegueira, etc.. E para a casa dessas actividades de ponta, procurou-se criar uma peça de arquitectura. Arquitectura como escultura. Arquitectura como Beleza. Beleza como terapia.

2. E temos também que se tentou usar a natureza como terapia. A água ao redor de nós. O céu acima. A presença de cura das florestas tropicais. Todas essas são terapias para os pacientes.
3. É claro que temos um local muito especial. De Beleza surpreendente - e de memória histórica. Norbert Schulz escreveu eloquentemente sobre o que ele chama de “Loci Género”, o significado essencial de um local - e responsabilidade única da arquitectura para o expressar, para a libertação, e seu significado. Um músico pode tocar o mesmo concerto de Chopin numa noite em Tóquio, depois no Brasil e um terceiro em Paris - com todas as notas e exactamente o mesmo. Mas não o Arquitecto. Para um edifício que está enraizado no solo em que se ergue, no clima, na tecnologia, na cultura - e as aspirações! - Da sociedade que o utiliza. É por isso mesmo que o edifício não pode ser repetido em qualquer lugar e em todo o mundo

4. E, claro, o que torna este local muito especial é que é o lugar de onde há 500 anos Vasco da Gama e os outros grandes navegadores saíram em suas viagens de descoberta - uma metáfora perfeita para as descobertas da ciência contemporânea hoje. É por isso que mais de 50% do local foi devolvido à cidade de Lisboa, para os seus cidadãos, para comemorar essa história - sem de forma alguma comprometer a privacidade das actividades médicas, e vice-versa. O plano do local é um padrão “yang-yang” de espaços interligados.
5. Por último, estou orgulhoso de que este projecto tenta expressar a natureza essencial, a “Loci Género”, deste local, sem recorrer a versões erradas de arquitectura tradicional. Não, nós o utilizámos sempre seguindo uma voz contemporânea para expressar não somente a verdade sobre este local -, mas também para celebrar um momento muito crucial (sem dúvida o momento de definição) na história desta nação.

Charles Correa Lisboa, 05 de Outubro de 2010

Não abandone o seu melhor amigo !


Em Portugal mais de 10 000 animais são abandonados anualmente, segundo a Liga Portuguesa dos Direitos do Animal (LPDA). Muitos encontram a morte nos canis e outros acabam por morrer à fome ou nas estradas, enquanto vagueiam pelas ruas em busca de alimentos e de abrigo. Quando abandonados, os animais, sem protecção, sofrem todo o género de maus tratos.
O abandono é uma "situação dramática que já vinha a aumentar e que agora foi agravada pela crise económica", declarou o presidente da associação Animal, Miguel Moutinho, em 2009, na opinião de quem continuam a "notar-se picos de abandono entre Junho e Agosto".
As estimativas que apontam para que cada ano sejam abandonados dez mil cães em todo o país não convencem quem já está no terreno há muitos anos.
"Não existe qualquer estudo que permita falar de números próximos da realidade. Mas, se admitirmos, que, em média, 500 animais (números conservadores) são abandonados em cada um dos 308 concelhos por ano, já estamos a falar de 150 mil", explicou Miguel Moutinho.
  • Se algum motivo insuperável o obrigar a separar-se do seu amigo, procure-lhe um dono que o trate bem.
  • Não o esqueça! Acredite que ele nunca se esquecerá de si.

Banir o Power Point


Na Suíça já fizeram contas ao prejuízo causado pela utilização abusiva do Power Point.

Foi a melhor surpresa do ano, um presente muito apreciado.

Recebo dezenas de anexos pps que me é completamente impossível abrir por falta de tempo. Três contactos enviam diariamente mais de uma dezena, o que significa que reenviam cada e-mail que recebem com este tipo de anexos, certamente sem os terem aberto, porque não podem ter tempo para tanto. Só esses três enchem a caixa de entradas e tenho que os mandar para a reciclagem, pois o dia só tem 24 horas.

Sei que corro o risco de desperdiçar coisas valiosas, mas lamento que tenha de ser assim.
O abuso dos pps vai ao ponto de uma colecção de pensamentos que cabem em meia folha de tamanho A4, ser distribuída por um pps de cerca de dez páginas, o que só por isso já ocupa muito tempo a abrir. Mas há as frases que ficam parcialmente quase ilegíveis devido à falte de contraste da letra com a cor do fundo do que resulta mais demora a decifrar.

A Suíça tem um novo partido, o Anti-PowerPoint Party (APPP). O nome denuncia todo o programa político, mas deixa espaço para a surpresa dos argumentos usados para banir o popularsoftware de apresentação: o país perde anualmente 2,1 mil milhões de francos suíços (cerca de 1,75 mil milhões de euros) com a sua utilização.

Oxalá este partido (APPP - Anti-PowerPoint Party) consiga convencer as pessoas a usar comedidamente o pps e não massacrar os amigos com enxurradas desta peste.

06/07/2011

Subsídio de Natal !!!

Há duas ópticas de aproximação deste problema que merecem ser analisadas por parte dos responsáveis pela qualidade de vida e pela justiça social dos portugueses.

Se olharmos para isto como 13º mês e pensarmos na percentagem de desconto, pode ficar-se com pena dos ricaços que descontem 4.758€ enquanto os que recebem menos que o salário mínimo nada descontam.

Mas isto é uma falácia só admissível como propaganda. Pois, se olharmos para isto como um SUBSÍDIO de Natal, somos forçados a fixar a atenção na importância líquida que cada português recebe para ajuda na compra de um par de peúgas e umas filhós para os filhos. E, nesta óptica, a importância líquida do SUBSÍDIO é de 485€ para os mais pobres e de 5.242€ para os mais ricos que ganham 10.000€ por mês. É uma diferença abismal entre estes dois valores, que nada se enquadra no espírito natalício e na Justiça Social.

Com esta medida do Governo, aumenta-se o fosso entre os mais ricos e os mais pobres. Se fosse dado um subsídio líquido igual para todos manter-se-ia o fosso. Para o reduzir, o que seria justo era dar valores inversos aos salários usufruídos, ou nada dar aos que recebem acima de um valor médio, e que não sentiriam a sua falta.

Compreende-se que os governantes não queiram melindrar os mais ricos, nem encarar as suas reacções e pressões políticas. Mas não devem esquecer-se de que a ira dos mais pobres poderá ser muito mais difícil de aceitar.

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04/07/2011

INFARTO FEMININO

ATENÇÃO MULHERES

"...Ela comentou que não se sentia bem...
Lhe doíam as costas....
Foi deitar-se um pouco até que passasse..
Mais tarde, quando fui ver como ela estava, a encontrei sem respiração...
Não a puderam reviver..."
Comentou o marido ao médico já no Hospital.
Eu sabia que os ataques cardíacos nas mulheres são diferentes, mas nunca imaginei nada como isto. Esta é a melhor descrição que li sobre esta terrível experiência...
Sabias que os ataques cardíacos nas mulheres raramente apresentam os mesmos sintomas 'dramáticos' que anunciam o infarto nos homens? Me refiro à dor intensa no peito, o suor frio e o desfalecimento(desmaio, perda de consciência) súbito que eles sofrem e que vemos representados em muitos filmes.
Para que saibam como é a versão feminina do infarto, uma mulher que experimentou um ataque cardíaco nos vai contar sua história:
'Eu tive um inesperado ataque do coração por volta de 22h30min, sem haver feito nenhum esforço físico exagerado nem haver sofrido algum trauma emocional que pudesse desencadeá-lo. Estava sentada, muito agasalhadinha, com meu gato nos joelhos vendo novela.
Um pouco mais tarde, senti uma horrível sensação de indigestão, como quando – estando com pressa – comemos um sanduíche, engolindo-o com um pouco de água.
Esta foi minha sensação inicial...
O 'único problema' era que eu NÃO HAVIA comido NADA desde às 17h00min...
Depois, desapareceu esta sensação e senti como se alguém me apertara a coluna vertebral (pensando bem, agora acredito que eram os espasmos em minha aorta).
Logo, a pressão começou a avançar para o meu esterno (osso de onde nascem as costelas no peito). O processo continuou até que a pressão subiu à garganta e a sensação correu, então, até alcançar ambos os lados de meu queixo.
Tirei os pés do puff e tratei de ir até o telefone, mas caí no chão...
Me levantei me apoiando em uma cadeira e caminhei devagar até o telefone para chamar a emergência. Lhes disse que acreditava que estava tendo um ataque cardíaco e descrevi meus sintomas. Tratando de manter a calma, informei o que se passava comigo. Eles me disseram que viriam imediatamente e me aconselharam deitar-me perto da porta, depois de destrancá-la para que pudessem entrar e me
localizar rapidamente.
Segui suas instruções, me deitei no chão e, quase imediatamente, perdi os sentidos.
Acordei com o cardiologista me informando que havia introduzido um pequeno balão em minha artéria femural para instalar dois 'stents' que mantivessem aberta minha artéria coronária do lado direito.
Graças a minhas explicações precisas, os médicos já estavam esperando prontos para atender-me adequadamente quando cheguei ao hospital.
Dicas importantes:
1. Dizem que muito mais mulheres que homens morrem em seu primeiro (e último) ataque cardíaco porque não identificam os sintomas e/ou os confundem com os de uma indigestão. CHAMEM a AMBULÂNCIA, se sentem que seu corpo experimenta algo estranho. Cada um conhece o estado natural (normal) de seu corpo. Mais vale uma 'falsa emergência' do que não atrever-se a chamar e perder a vida...
2. Notem que disse 'chamem os Paramédicos/Ambulância'. AMIGO(A)S, o tempo é importante, e as informações precisas também.
3. Não acreditem que não possam sofrer um ataque cardíaco porque seu colesterol é normal ou 'nunca tiveram problemas cardíacos'...
Os ataques cardíacos são o resultado de um stress prolongado que faz que nosso sistema segregue toda classe de hormônios daninhos que inflamam as artérias e tecido cardíaco.Por outro lado, as mulheres que estão entrando na menopausa ou já a ultrapassaram, perdem a proteção que lhes brindava os estrogênios, pelo que correm igual risco de sofrer mais problemas cardíacos do que os homens.
Um cardiologista disse que se todos os que recebemos este e-mail o enviarmos a 10 mulheres, poderemos estar certos de que ao menos UMA vida se salvará. Por isto, seja bom amigo e envia este artigo a todas as mulheres que te são tão queridas ...

RECEBIDO POR E-MAIL


03/07/2011

Torre dos Clérigos - Porto


Visite a Torre dos Clérigos

Faça uma visita à igreja dos Clérigos e suba para ver a vista do topo da Torre mais emblemática da cidade Invicta. Vídeos

Está activo um movimento para reabilitar a Torre dos Clérigos, para restituir à cidade e ao mundo este monumento que tem sido pouco cuidado

02/07/2011

O MILAGRE


Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geleia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.
Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exactamente correcto. Não havia chance para erros.
Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direcção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.
Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!
- O que você quer? - Perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta.
- Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.
- Desculpe, não entendi. - Disse o farmacêutico.
- O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.
- Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - Explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.
- Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.
O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.
- Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.
- Quanto você tem? - Perguntou o senhor da cidade grande.
- Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.
- Mas que coincidência! - Disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exacto de um milagre para irmãozinhos!
Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
- Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.
Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ónus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa.
Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:
- Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?
A garotinha sorriu, pois sabia exactamente o preço: um dólar e onze cêntimos! - Mais a fé de uma criancinha.

Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos.

Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior. Sei que você vai passar esta bola para a frente!
Lá vai ela. Jogue de volta para alguém que significa algo para você!
Uma bola é um círculo, sem início, sem fim. Ela nos mantém unidos como nosso Círculo de Amigos. Mas o tesouro interior que você verá é o tesouro da amizade que você me concedeu.
Hoje eu passo a bola da amizade para você. Passe ela para alguém que seja um amigo seu.

MEU JURAMENTO PARA VOCÊ.

Quando você estiver triste... Vou secar suas lágrimas.

Quando você estiver com medo... Eu lhe darei conforto.
Quando você estiver preocupado... Vou dar-lhe esperança.
Quando você estiver confuso... Vou ajuda-lo a enxergar.
E quando você está perdido... E não pode ver a luz, Vou ser o seu farol... Brilhando cada vez mais.
Este é o Meu juramento... Prometo até o fim...
Por quê? Você pode perguntar... Porque você é Meu amigo.
Assinado: DEUS

P.S.

Ah, sim, estamos precisando de um GRANDE milagre! Obrigado por suas orações!

Enviado por e-mail pela minha Amiga Mariazita

Exame do copianço no CEJ ???


Recebido por e-mail com o seguinte comentário:
Os nossos amados magistrados, são-no de direito, são-no por mérito próprio. Não têm, por conseguinte, de ser exovalhados. Não devem, portanto, ser submetidos a exames desta dificuldade.
Caro Geraldo, Não devemos ser descorteses em relação às altas individualidades da soberania nacional. Devem ser respeitadas e prestigiadas

01/07/2011

COMPARTILHANDO

                        COMPARTILHAR COISA BOA CAUSA PRAZER...
Fato verídico
A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Floripa, ou Florianópolis, (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu.
Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser inofensiva.
Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e os comeram felizes.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.
Elas simplesmente responderam:- "Ubuntu, tio".
-"Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"
Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade,a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?
*Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"*